Em tanques de guerra
Pela luta nos campos de batalha travada
Com espadas de dois gumes
E sangue venenoso,
Erguemos a honra e manchamos as mãos.
Tatuamos o nome dos rivais
No corpo nu de esperança.
E em seguida lavamos o rosto e somos outros.
Renascemos das cinzas,
Mas continuamos a servir a vingança,
De quem nunca se olhou a si mesmo.
Para sentir, pegamos na arma e disparamos.
Bebemos o sangue, sedentos de poder.
Gememos deliciados.
Controlamos as rédeas da vida
Ao mesmo tempo que olhamos para cima
E lá não vemos ninguém.
Estamos no topo, podemos ejacular
E dar continuidade ao legado de arrogância.
Depois recolhemos as feridas e partimos
Para sarcasticamente dizer “ADeus”
Pela luta nos campos de batalha travada
Com espadas de dois gumes
E sangue venenoso,
Erguemos a honra e manchamos as mãos.
Tatuamos o nome dos rivais
No corpo nu de esperança.
E em seguida lavamos o rosto e somos outros.
Renascemos das cinzas,
Mas continuamos a servir a vingança,
De quem nunca se olhou a si mesmo.
Para sentir, pegamos na arma e disparamos.
Bebemos o sangue, sedentos de poder.
Gememos deliciados.
Controlamos as rédeas da vida
Ao mesmo tempo que olhamos para cima
E lá não vemos ninguém.
Estamos no topo, podemos ejacular
E dar continuidade ao legado de arrogância.
Depois recolhemos as feridas e partimos
Para sarcasticamente dizer “ADeus”